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A importância do diagnóstico para a implantação BIM: Parte 2-3 O diagnóstico

No texto anterior nós conversamos sobre a implantação BIM. Queremos tirar todas as dúvidas deste processo que é tão necessário para empresas nos dias atuais. Por isso falamos um pouco sobre o funcionamento desta implantação, o porquê de ela ser recomendada, citamos também quando ela é recomendada além de mais uma infinidade de coisas relacionadas ao assunto. Dentro do universo de processos que envolvem a implantação BIM, um dos principais é o diagnóstico, e hoje é dele que iremos falar. Então se prepare para voltar ao convés de seu navio, pois, com um container cheio de metáforas, iremos explicar a importância do diagnóstico na implantação BIM.


Voltando ao ortopedista


Ainda utilizando daquela metáfora do médico, podemos dizer que o BIM é como uma ressonância magnética e o CAD é como um raio X. O raio X é uma excelente tecnologia e que deve sim ser valorizada, mas ele nem de longe é tão detalhado como uma ressonância. A dinâmica BIM x CAD é exatamente assim. Imaginemos que você encontrou o ortopedista para resolver o problema do seu joelho dolorido. Ele então te dá duas opções, a primeira delas é tirar um Raio X da área que está dolorida, te dando assim a opção de visualizar seu joelho em 2D, sem muitos detalhes. A segunda opção é uma ressonância magnética, nela o médico terá acesso a um esquema de visualização em 3D de toda a região com dores, além de receber um pré diagnóstico dado pelo próprio aparelho que interpreta onde podem haver possíveis problemas. O processo de implantação BIM é exatamente assim.


As tecnologias BIM proporcionam detalhes e dados técnicos além da visualização. Os dados são o DNA de um projeto, tudo o que você precisa para saber como será sua execução está ali. O BIM é a tecnologia que irá compilar estes dados e mostrar com exatidão todos os detalhes do seu projeto.


Mas antes disso tudo, você precisou antes sentar-se de frente ao médico, conversar com ele sobre sua dor, ele provavelmente te perguntou sobre suas atividades, o quanto você se esforçou nos últimos dias, se você já sentiu essa dor em algum outro momento. Tudo isso faz parte do processo que leva um médico ao diagnóstico do seu problema, para que ele possa lhe passar um tratamento. O diagnóstico para implantação BIM é bem parecido.


Não existe receita de bolo


De acordo com o Dicionário, um dos significados de ‘Diagnóstico’ é: Descrição ou identificação da razão do problema numa certa circunstância. Tomando isso como base, já podemos falar que, o processo de diagnóstico na implantação BIM é o momento em que identificamos o que deve ser adaptado dentro da empresa para a qual estamos prestando serviços. Este processo não pode ser apressado, ele precisa ser feito com cuidado e atenção, pois não devemos deixar nenhum detalhe escapar aos olhos.


Em casos como este, no qual examinamos as minúcias do dia a dia de um cliente, a pressa é inimiga da perfeição, então tomamos todos os cuidados para, assim como um médico atencioso, prestarmos o máximo de atenção em tudo aquilo que nosso cliente necessita na hora de implantar o BIM em sua empresa.


Caso os sintomas persistam, busque um especialista


No último texto, falamos um pouco sobre o fator “especialista” da equação de implantação BIM, ou seja. Um serviço de excelência só pode ser feito por alguém que saiba fazê-lo com excelência. Por isso é extremamente importante procurar profissionais e empresas capacitadas para sua demanda. Você provavelmente não procuraria um cardiologista para tratar sua dor no joelho. Parte do trabalho do diagnóstico para a implantação BIM é como o de um médico mesmo. Faz parte deste processo, por exemplo, uma entrevista com os colaboradores da empresa, uma análise minuciosa, avaliação da realidade do cliente, para chegarmos até uma boa estratégia de implantação.


Cada empresa tem um perfil diferente e isso torna a fase de diagnóstico mais importante ainda. Nós não podemos aplicar a mesma estratégia para negócios distintos, não existe receita de bolo quando o assunto é a implantação BIM, todos tem uma demanda diferente e faz parte de nosso trabalho entender essas pequenas nuances de cada cliente e aplicar nosso conhecimento na hora de implantar a tecnologia BIM.


“Vai com calma que eu estou com pressa”


Algo que é necessário se entender sobre a implantação BIM é que ela não acontece do dia para a noite, não existe um botão “virar BIM” que você aperta e automaticamente todos os seus projetos passam a ser BIM. É preciso ter paciência e fazer todo o processo visando os bons resultados. É como nosso parceiro Felipe Cassol diz: “vai com calma que eu estou com pressa”. Ou seja, ter calma na hora de planejar e projetar, para que os resultados sejam rápidos e efetivos.


Por isso, ainda falando sobre o que conversamos anteriormente, sobre grandes empresas serem como navios. Amplas embarcações são complexas de se manobrar, mudar a rota de um navio não é uma tarefa simples. É necessário pessoal especializado e planejamento. O processo de implantação BIM funciona da mesma forma, são diversos fatores a serem levados em conta na hora de mudar as matrizes de CAD 2D para as tecnologias BIM e para que essa transição seja suave é preciso que o diagnóstico tenha sido feito com rigor e atenção máximos.


Bom, agora já falamos sobre dores no joelho, visitas ao médico, manobragem de navios e dentro disso tudo, você aprendeu um pouco mais sobre BIM. Sua implantação e a importância do diagnóstico durante esta implantação. Nos vemos no final desta série de artigos, onde discutiremos a dinâmica entre o diagnóstico, a implantação BIM e o mercado. Até lá marujo.


Se você ainda não leu o primeiro texto desta série, clique aqui para conferir.


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