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BIM e a economia

Atualizado: 27 de mai.

Hoje vamos falar de economia. Um contexto geral? Local? Sim e sim. Não somente isso, iremos conversar um pouco sobre como o BIM é um fator preponderante quando o assunto é economia, seja de materiais, recursos, dinheiro, tempo e até mesmo em um cenário macroeconômico. Hoje não pouparemos palavras para trazer a vocês leitores um panorama da relação BIM/economia. Faz-se necessário a discussão sobre este assunto tendo em vista as constantes mudanças no cenário econômico pelas quais passamos. O que trouxermos no texto de hoje já foi pincelado em outros momentos no blog, mas não de forma compilada como pretendemos agora, então vamos lá e boa leitura.



BIM e a economia de recursos


Como já mencionamos outras vezes, utilizar a tecnologia de construção digital é uma das formas mais eficazes de economizar materiais e trabalhar de forma mais ecológica na obra. Graças ao montante de informações que um arquivo BIM contém, é possível se manter a par de tudo o que acontecerá na obra. (Tendo noção, claro, de que podem acontecer imprevistos) Tendo em mãos essa base completa é possível se planejar para que não haja desperdícios quanto a quantidades e até mesmo quanto a melhor forma logística de se executar o projeto.


BIM e a economia de tempo


Bom, como dissemos no parágrafo acima, com a base de dados que temos acesso na modelagem da informação da construção podemos, utilizando a metodologia conhecida como BIM 4D, ou a quarta dimensão do BIM, para planejar cada passo da execução do projeto. Isso nos faz evitar diversos pequenos problemas comuns em uma obra, mas que ao longo de meses de trabalho se aglutinam e podem se tornar um obstáculo para o prazo final de entrega.


BIM e a economia financeira


Este é um dos temas que sempre abordamos aqui, não há como fugir. Um tema delicado inclusive. Muitos questionam o investimento que é feito para se implantar o BIM. Sempre que estamos em contato com nossos clientes temos a intenção de mostrar para eles que mesmo a curto/médio prazo, toda a economia gerada pelo Building Information Modeling suplanta o investimento inicial para implantá-lo.

Isso acontece pois, como demonstrado nos parágrafos acima, todo o ecossistema de uma empresa é afetado positivamente quando pivotado para o BIM. Tudo isso graças à forma com que o projeto é criado, com base em dados e informações que quando conglomerados são capazes de arrematar cada pequeno detalhe da obra de forma eficaz, prevendo riscos ao investimento.


BIM e a economia


Agora partimos para um panorama mais geral, falando sobre a relação do BIM como todo o processo econômico. Grandes avanços tecnológicos têm a tendência de gerar mudanças na economia em curto, médio e longo prazo. Basta ver que os computadores pessoais, inventados nos anos 70 não pararam de afetar o esquema econômico na época, vem até os dias atuais movimentando o cenário financeiro. Tendo isso em vista, é possível observar que o BIM, uma tecnologia que vem se consolidando cada vez mais, já está presente nos mais variados locais e ambientes: grandes feiras de arquitetura, obras de pequena e larga escala, até mesmo em um cenário mais abstrato dentro do conceito do Metaverso.

A construção digital não é uma onda passageira, não há como desviar os olhos, por isso é imprescindível que o mercado se adapte para que não fique defasado. BIM em um contexto econômico mais amplo se torna um player importante pois trará à construção civil baixo risco de investimento, maior agilidade de entrega e logística.

É possível ver um movimento apontando na direção da Modelagem de Informação da Construção, países referência no cenário já tornaram mandatórios os projetos em BIM, grandes investidores pelo mundo tendem a investir em projetos com menor risco. Todo o mercado vem se movendo na mesma direção, não há como negar que o BIM está diretamente ligado à economia.


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