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Tempos de desespero pedem medidas inovadoras

Em nossa conversa, na semana passada, relacionamos a crescente popularização dos podcasts no Brasil e no mundo com o também veloz crescimento da popularidade do BIM entre os engenheiros, arquitetos e projetistas em geral. Isso tudo culminou na conclusão de que, constância e compromisso uma hora ou outra irão gerar resultados. A popularidade dos podcasts se deu graças a um período no qual o público se via carente de conteúdos mais pessoais, que humanizassem seus interlocutores. A popularização do BIM também segue um fluxo mercadológico e é sobre isso que falaremos. Hoje estenderemos um pouco a conversa, trazendo-a para um novo lado.



Tempos de desespero?


A frase amplamente conhecida é “tempos de desespero pedem medidas desesperadas”. Não iremos aqui analisar os pormenores de uma expressão idiomática. Ela cumpre seu papel de transmitir uma mensagem. O que queremos hoje é, talvez, subvertê-la um pouco. Queremos analisar períodos históricos e chegar a uma outra conclusão, tentar entender de fato o que pedem os tempos de desespero


BIM e uma era de grandes avanços


Podemos observar em um contexto histórico social que, grandes avanços, surgem diante de grandes demandas. Não seremos nós a chegar aqui e dizer que “os maiores avanços da humanidade aconteceram durante períodos de guerra”. Este é um pensamento falacioso que, faz sentido, mas não engloba todo o escopo.

O ser humano vive, estuda e inova com um simples objetivo, suplantar a própria necessidade. Tivemos a necessidade de nos alimentar, caçamos. Tivemos a necessidade de nos desenvolver socialmente, criamos cidades e estados. Um dia se fez necessário ir ao espaço, fizemos uma verdadeira corrida espacial para alcançar este objetivo.

Demanda.

Somos infinitamente competentes quando o assunto é cumprir uma demanda que nós mesmos criamos. Tempos mudam constantemente graças a esta capacidade inerente do ser humano. Vemos os principais avanços sendo conquistados graças a isto.

Durante a segunda guerra mundial foi se fazendo necessária um conhecimento sem precedentes sobre os oceanos. Tendo isto como base, nunca antes, nem depois, houve um esforço tão grande para se mapear os mares.


BIM


O que tudo isso tem a ver com o BIM? É a pergunta que sempre deixamos aberta quando chegamos na metade dos textos.

Vemos hoje uma crescente demanda na construção civil. Construir não somente é uma forma de criar ambientes práticos, é também uma forma de expressão cultural. Podemos ver as pirâmides, a torre Eiffel, os templos gregos. Todos eles servem ao propósito de representar a cultura daqueles que os construíram. E hoje não é diferente, o tempo passa e o ser humano vai se fazendo mais e mais criativo. A noção de que precisamos inovar ao construir é tão grande quanto os arranha céus que projetamos. E aí entra o BIM.

Nosso constante impulso pela inovação nos faz buscar formas de criar aquilo que pensamos, e o BIM é este facilitador. Com as tecnologias de construção virtual podemos atender às mais diversas demandas. Não existe exagero em dizer que, com a Modelagem de Informação da Construção se pode criar desde uma fechadura a até um prédio de 100 andares. Vivemos nesta era, em que não precisamos mais nos preocupar em não ser extravagantes, Building Information Modeling nos permite dar asas a essa extravagância sem medo.

Claro que não vamos falar apenas da parte estética, os conceitos práticos trabalhados com o BIM são infinitamente superiores do que os de outros métodos de projeto. Tecnologias como BIM 4, 5 e 6D nos permitem atingir uma expertise nunca antes atingida na história da humanidade. Podemos criar as mais eficazes estruturas, no menor tempo, com a maior economia e com o menor dano ao meio ambiente. Esta equação só tem um resultado possível, o sucesso.


Analisando todo este escopo, achamos que talvez a frase possa ser alterada para algo um pouco mais realista. “Tempos de desespero pedem medidas desesperadas” talvez possa se tornar “Tempos de oportunidade pedem medidas inovadoras” Algo que o BIM é fera em criar.


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